quarta-feira, 22 de abril de 2026

Japão 2026

2026 Vamos ao Japão, e é ja em junho  Ir ao Japão não é só fazer uma viagem — é quase entrar noutro planeta. Tudo é diferente: a forma como as pessoas vivem, como se organizam, como comem… até o silêncio tem outro significado. Num dia estás num templo super tranquilo, rodeado de natureza, e no outro estás no meio de uma cidade gigante cheia de luzes, ecrãs e gente por todo o lado. E o mais estranho? Tudo funciona na perfeição. O Japão surpreende a cada esquina. Seja numa máquina de venda automática que tem de tudo, num comboio que chega à hora certa ao segundo, ou num prato que parece simples mas tem um sabor incrível. Nesta viagem, mais do que mostrar sítios, quero partilhar o que realmente se sente por lá — as pequenas coisas, os detalhes, os momentos inesperados. Porque o Japão não é só para ver… é para viver Ir ao Japão não é só fazer uma viagem — é quase entrar noutro planeta. Tudo é diferente: a forma como as pessoas vivem, como se organizam, como comem… até o silêncio tem outro significado. Num dia estás num templo super tranquilo, rodeado de natureza, e no outro estás no meio de uma cidade gigante cheia de luzes, ecrãs e gente por todo o lado. E o mais estranho? Tudo funciona na perfeição. O Japão surpreende a cada esquina. Seja numa máquina de venda automática que tem de tudo, num comboio que chega à hora certa ao segundo, ou num prato que parece simples mas tem um sabor incrível. Nesta viagem, mais do que mostrar sítios, quero partilhar o que realmente se sente por lá — as pequenas coisas, os detalhes, os momentos inesperados. Porque o Japão não é só para ver… é para viver Vamos lá a mais uma viagem...

Dia zero

Confesso que nunca tive tanto stress para uma viagem, primeiro, foi o cancelamento da viagem Lisboa / Munique / Tóquio, dia 3  , à conta da greve, depois foi a incerteza de ir ou não hoje, dia 4. Fomos colocados em Lista de espera. 
A sorte foi uma família que tinha o CC caducado, ou estaríamos fritos!
Conseguimos ir para Paris, e hoje ainda, para Toquio.
Vamos lá até ao Japão e agora baixar o stress de toda esta situação 


Castelo Imperial de Tóquio: O Coração Histórico do Japão Moderno

No centro da movimentada metrópole de Tóquio encontra-se um dos locais mais emblemáticos do Japão: o Palácio Imperial de Tóquio. Rodeado por jardins cuidadosamente preservados, fossos e muralhas centenárias, este complexo representa a ligação perfeita entre a tradição japonesa e a modernidade que caracteriza a capital nipónica.

O local onde hoje se encontra o Palácio Imperial foi originalmente ocupado pelo Castelo de Edo, construído no século XV e transformado na sede do poder do xogunato Tokugawa durante mais de 250 anos. Com a restauração Meiji, em 1868, a capital do Japão foi transferida de Quioto para Tóquio, e o antigo castelo deu lugar à residência oficial da Família Imperial.

Apesar de grande parte das estruturas originais ter sido destruída por incêndios, terramotos e pelos bombardeamentos da Segunda Guerra Mundial, muitos vestígios do antigo castelo permanecem visíveis. As imponentes muralhas de pedra, os fossos de água e algumas torres reconstruídas permitem imaginar a grandiosidade da fortaleza que outrora dominava a cidade.

Um dos pontos mais fotografados é a famosa ponte dupla, conhecida como Ponte Nijūbashi, que serve de entrada simbólica para o complexo imperial. A sua elegante arquitetura, refletida nas águas do fosso, cria uma das imagens mais icónicas de Tóquio.

Os visitantes podem explorar os belíssimos Jardins Orientais do Palácio Imperial, abertos ao público durante grande parte do ano. Nestes jardins encontram-se ruínas do antigo Castelo de Edo, árvores centenárias e espaços verdes que proporcionam um contraste surpreendente com os arranha-céus dos bairros financeiros circundantes.

Embora a residência principal da Família Imperial não esteja normalmente acessível ao público, são realizadas visitas guiadas em determinadas áreas do complexo. Além disso, em datas especiais, como o Ano Novo e o aniversário do Imperador, parte do recinto é aberta aos visitantes, atraindo milhares de pessoas.

Visitar o Palácio Imperial é muito mais do que conhecer um monumento histórico. É uma oportunidade para compreender a evolução do Japão, desde a era dos samurais até à atual potência tecnológica mundial. No coração de uma das maiores cidades do planeta, este espaço continua a ser um símbolo de identidade nacional, tradição e continuidade histórica.

Para quem viaja até Tóquio, o Palácio Imperial é uma paragem obrigatória, oferecendo uma experiência única onde a história, a cultura e a tranquilidade coexistem em perfeita harmonia.




Mercado de Peixe de Tsukiji: O Sabor Autêntico de Tóquio

Quem visita Tóquio e gosta de gastronomia não pode deixar de passar pelo famoso Mercado de Tsukiji. Apesar da área de leilões e venda grossista ter sido transferida para Toyosu, Tsukiji continua a ser uma das atrações mais populares da cidade, atraindo visitantes de todo o mundo à procura dos sabores mais autênticos do Japão.

Logo pela manhã, as ruas ganham vida com bancas repletas de peixe fresco, marisco, produtos tradicionais e especialidades japonesas preparadas no momento. O ambiente é vibrante, com comerciantes, cozinheiros e turistas a cruzarem-se num cenário tipicamente japonês.

O grande destaque é, naturalmente, a comida. Sushi, sashimi, espetadas de marisco grelhado, ostras frescas e o famoso atum são apenas algumas das opções disponíveis. A qualidade dos produtos impressiona e transforma uma simples refeição numa verdadeira experiência gastronómica.

Mas Tsukiji é muito mais do que peixe. Entre as pequenas ruas encontram-se lojas de facas artesanais, utensílios de cozinha, chás, especiarias e inúmeros ingredientes utilizados na cozinha japonesa tradicional.

O mercado é um excelente local para sentir o ritmo da cidade, observar o dia a dia dos habitantes locais e descobrir uma faceta mais genuína de Tóquio, longe dos arranha-céus e das luzes de néon pelos quais a capital japonesa é conhecida.

Para quem procura conhecer a cultura japonesa através da sua gastronomia, Tsukiji continua a ser uma paragem obrigatória. Um lugar onde tradição, qualidade e sabor se encontram em cada esquina. 🇯🇵


Ginza, Tóquio


Ginza é um dos bairros mais elegantes e sofisticados de Tóquio. Conhecido pelas suas avenidas largas, lojas de luxo, grandes armazéns e restaurantes de excelência, combina modernidade com tradição de uma forma única. Durante o dia, é um paraíso para quem gosta de compras e arquitetura contemporânea; à noite, as luzes dos néons transformam a zona num cenário vibrante e cosmopolita. Aos fins de semana, a principal avenida fecha ao trânsito, permitindo passear tranquilamente e apreciar a atmosfera de um dos locais mais emblemáticos da capital japonesa.



O cão mais famoso de Tóquio chama-se Hachikō, um Akita Inu que se tornou símbolo mundial 

Entre os arranha-céus e o movimento frenético de Shibuya encontra-se uma das histórias mais emocionantes do Japão. Hachikō, um cão da raça Akita, acompanhava diariamente o seu dono até à estação e regressava ao final do dia para o receber. Quando o dono faleceu inesperadamente, Hachikō continuou a esperar por ele durante quase dez anos. A sua lealdade comoveu o país inteiro e transformou-o num símbolo eterno de fidelidade. Hoje, a estátua de Hachikō em Shibuya é muito mais do que um ponto turístico: é uma homenagem a uma amizade que nem a morte conseguiu apagar. 🐕🇯🇵



Harajuku: o lado mais criativo de Tóquio

No coração de Harajuku encontra-se uma das zonas mais vibrantes e irreverentes de Tóquio. Conhecido pela sua cultura jovem, moda arrojada e ambiente descontraído, este bairro tornou-se uma referência mundial para quem procura conhecer um Japão mais moderno, criativo e fora dos padrões tradicionais.

A famosa Takeshita Street é o centro de toda a animação. Entre lojas de roupa extravagante, acessórios originais, doces coloridos e cafés temáticos, cada esquina revela algo inesperado. É um local onde a individualidade é celebrada e onde as tendências muitas vezes nascem antes de se espalharem pelo resto do mundo.

Mas Harajuku não vive apenas de moda. A poucos minutos de distância encontram-se ruas mais tranquilas, repletas de boutiques elegantes, galerias de arte e espaços acolhedores que contrastam com a energia frenética da zona principal. Esta combinação de modernidade, criatividade e descontração faz com que o bairro tenha uma personalidade única.

Visitar Harajuku é mergulhar num universo onde a imaginação parece não ter limites. Seja para observar as novas tendências, provar algo diferente ou simplesmente absorver o ambiente, é um dos locais mais fascinantes para descobrir o lado mais contemporâneo da capital japonesa.


sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Marrocos 2025 Pai e Filho e as suas motas

19 de Setembro 2005

Saímos de Lisboa com um trânsito infernal, o objetivo principal era ir jantar ao Adro, e dormir em Pias!

Amanha seguimos para Tarifa, e iremos entrar em Tânger. Para variar já temos história para contar, esqueci-me de fazer a extensão do seguro para Marrocos. Com alguma sorte , paciência e persistência, amanhã vou ter um Marroquino à saída do barco com o seguro feito! 65€ por 10 dias! Está bom!!!

siga para mais uma viagem

chegamos a Tarifa por volta das 13:02h o ferry saiu às 13h.

vamos conhecer Tarifa, almoçar e as 17 temos outro.

Viajar de mota com o meu filho é muito mais do que simplesmente percorrer estradas — é construir memórias, superar desafios e fortalecer laços que o tempo não apaga. 

Cada quilómetro que deixamos para trás carrega uma história, uma aprendizagem um olhar cúmplice no espelho retrovisor.


Os desafios são constantes. 

Há o cansaço que aparece forte depois de horas a rolar kms, as mudanças de clima , tudo isto tem de se ter em linha de conta.

Mas também há a paciência que aprendemos a ter um com o outro, o espírito de equipa que cresce a cada curva, e aquela sensação de liberdade que só quem viaja de mota percebe.


Já estivemos em lugares que tiram o fôlego — montanhas que tocam o céu, praias escondidas onde o tempo parece parar, vilas perdidas com pessoas que nos acolhem como se fôssemos de casa. 

Mas, acima de tudo, o destino mais valioso é o que construímos entre nós: a confiança, o respeito e o amor de pai e filho.


Sentir o vento na cara   ver o horizonte à nossa frente e saber que estamos juntos nessa jornada é motivo de um orgulho que não cabe no peito. 

Somos dois aventureiros, companheiros de estrada e de vida, partilhando cada rota como se fosse a primeira.


Porque viajar de moto é incrível. Mas viajar com o meu filho… é simplesmente inesquecível.

Decidimos ficar em Tetuan

Tetuán: duas décadas de transformação

Voltar a Tetuán depois de vinte anos é como abrir um álbum de memórias e, ao mesmo tempo, descobrir um novo mundo. A cidade que encontrei agora é muito diferente daquela que conheci há duas décadas – mais moderna, mais movimentada, mas ainda com o mesmo coração marroquino que lhe dá alma.

Há vinte anos, Tetuán tinha um ritmo mais pausado, quase provinciano. As ruas estreitas da medina, Património da Humanidade, mantinham-se quase intactas, com o branco das casas a contrastar com as portas coloridas. A vida concentrava-se no comércio local, nas pequenas oficinas, nos cafés simples onde os homens se reuniam para conversar e jogar cartas.

Hoje, a cidade mostra-se mais dinâmica. Os bairros cresceram, novas avenidas foram abertas, surgiram centros comerciais e hotéis que recebem cada vez mais turistas curiosos pela autenticidade do norte de Marrocos. Nota-se o investimento em infraestruturas, no trânsito mais organizado, nas escolas e universidades que deram a Tetuán um perfil mais jovem e cosmopolita.

Apesar disso, a cidade não perdeu a sua identidade. A medina continua viva, cheia de cores, aromas e sons. O artesanato local, a cerâmica, o couro e os tecidos continuam a ser símbolos de tradição, e passear pelas suas ruas estreitas é sentir que o tempo não passou.

O que mais me impressiona é a forma como Tetuán soube equilibrar tradição e modernidade. O contraste entre a medina histórica e as novas áreas urbanas mostra bem a evolução de uma cidade que não renega o passado, mas que também olha para o futuro.

Regressar a Tetuán, depois de vinte anos, foi perceber que a essência continua a mesma: uma cidade acolhedora, autêntica, com um charme especial que só o norte de Marrocos consegue transmitir. Mas também foi testemunhar o caminho de progresso que transformou o lugar onde o antigo e o novo convivem em harmonia.

Chefchaouen: a cidade azul que encanta

Entre as montanhas do Rif, no norte de Marrocos, ergue-se Chefchaouen, também conhecida como a “Cidade Azul”. Quem chega pela primeira vez percebe rapidamente por que razão este destino se tornou um dos mais fotogénicos e visitados do país. As suas ruas, escadas e casas pintadas em diferentes tons de azul criam uma atmosfera mágica, quase de conto.

Fundada em 1471, Chefchaouen nasceu como uma fortaleza para resistir às invasões portuguesas e, ao longo dos séculos, recebeu influências árabes, andaluzas e judaicas, que ainda hoje se refletem na arquitetura e nas tradições locais. Passear pela sua medina é mergulhar num labirinto de ruelas tranquilas, onde o ritmo é mais calmo do que em outras cidades marroquinas.

O azul que cobre a cidade é motivo de muitas histórias: alguns dizem que simboliza o céu e o paraíso, outros que foi introduzido pela comunidade judaica como símbolo espiritual. Seja qual for a origem, a verdade é que o efeito visual é único. Ao amanhecer, quando o sol toca suavemente as paredes, ou ao entardecer, quando a luz se torna dourada, cada canto parece um quadro vivo.

Para além da beleza da medina, Chefchaouen é também um ponto de partida para explorar a natureza. As montanhas do Rif oferecem trilhos de caminhada, cascatas como as de Akchour e paisagens verdejantes que surpreendem quem associa Marrocos apenas ao deserto.

A gastronomia local é outro destaque: o tajine preparado de forma caseira, o pão quente vendido nas ruas e o chá de menta servido com generosidade completam a experiência.

Visitar Chefchaouen é mais do que tirar fotografias às suas paredes azuis. É sentir a serenidade de um lugar que combina tradição, espiritualidade e hospitalidade. Uma cidade que, apesar de pequena, deixa uma grande marca em quem a descobre.

Fés – A Alma do Marrocos

Fés é uma das cidades mais fascinantes de Marrocos e, para muitos, a verdadeira alma do país.

Fundada no século VIII, foi durante séculos a capital e continua a ser um centro espiritual, cultural e artesanal que mantém viva a tradição marroquina.

A sua medina, classificada como Património Mundial da UNESCO, é um labirinto de ruelas estreitas, souks cheios de cor e cheiro, mesquitas e madraças centenárias.

Passear pela medina de Fés é como viajar no tempo: não há carros, apenas burros a transportar mercadorias, vendedores que chamam os clientes e oficinas de artesãos que ainda trabalham o couro, o cobre, a cerâmica e os tecidos como se o tempo tivesse parado.

Um dos lugares mais emblemáticos é a Universidade Al Quaraouiyine, fundada no ano 859, considerada a mais antiga universidade em funcionamento contínuo no mundo.

Ao lado, a mesquita do mesmo nome é um importante centro espiritual.

Outro ponto imperdível são as curtumes de Chouara, onde o couro é tratado em grandes tanques de pedra.

A visão é intensa e os cheiros também, mas este ofício continua a ser um dos símbolos de Fés.

A cidade também tem um lado mais moderno, com avenidas largas, cafés e hotéis, mas é na medina que se encontra a verdadeira essência: uma mistura de história, espiritualidade e vida quotidiana que encanta qualquer visitante.

Visitar Fés é mergulhar na tradição marroquina, é sentir o pulsar de um lugar que guarda séculos de cultura e de fé, e que continua a ser um dos destinos mais autênticos de Marrocos.

Merzouga, às portas do Saara

Merzouga é uma das vilas mais emblemáticas do deserto marroquino, situada na região de Drâa-Tafilalet, junto às imponentes dunas de Erg Chebbi. É aqui que muitos viajantes cumprem o sonho de ver o Saara de perto, num cenário que parece saído de um postal: montanhas de areia dourada que mudam de cor ao longo do dia, do laranja intenso do nascer do sol ao dourado suave do entardecer.

Apesar de pequena, Merzouga transformou-se num destino turístico de destaque, ponto de partida para excursões em camelos, noites em acampamentos nómadas e experiências únicas sob um céu estrelado, considerado um dos mais límpidos do mundo. A hospitalidade berbere é uma das marcas da vila: famílias locais recebem visitantes em casas tradicionais ou tendas, partilhando música, histórias e a saborosa gastronomia do deserto.

A natureza também mostra a sua força em Merzouga. Nas proximidades fica o Lago Dayet Srij, que durante as épocas de cheia atrai flamingos e outras aves migratórias, criando um contraste surpreendente com a aridez envolvente. Já as dunas de Erg Chebbi, que podem atingir cerca de 150 metros de altura, convidam à aventura: seja em caminhadas, passeios de camelo ou em veículos 4x4, a sensação é sempre a de atravessar um mar de areia sem fim.

Merzouga é mais do que um destino turístico — é uma experiência sensorial completa. Aqui, o silêncio do deserto, a imensidão da paisagem e o calor humano da comunidade local transformam a viagem em algo memorável, onde cada pôr do sol e cada noite sob as estrelas ficam gravados na memória.


Agdz, a porta do Vale do Dráa

Agdz, também conhecida como Agdez, é uma vila marroquina situada no coração do Vale do Dráa, entre Ouarzazate e Zagora. Pequena e tranquila, mas carregada de história, foi durante séculos um ponto de paragem essencial nas antigas rotas das caravanas que ligavam Marraquexe ao deserto do Saara.

À chegada, a paisagem conquista de imediato: uma sucessão de palmeirais intermináveis contrasta com as montanhas áridas e com a imponência do Jebel Kissane, cuja silhueta lembra copos de chá alinhados atrás de um bule. Este monte tornou-se símbolo da vila e guia natural para viajantes e nómadas.

Passear por Agdz é descobrir a vida simples do sul de Marrocos. O souk semanal enche-se de cores, especiarias e artesanato; os cafés oferecem o tradicional chá de menta; e as casas de adobe lembram a arquitetura berbere, resistente ao tempo e ao calor. Nas redondezas, destaca-se a Kasbah de Tamnougalt, uma fortaleza histórica que já foi centro administrativo e palco de encontros tribais, hoje em parte preservada e aberta a visitas.

Apesar da sua modéstia, Agdz é um ponto estratégico para quem deseja explorar o Vale do Dráa, conhecido como o maior palmeiral do Norte de África, e para os que seguem rumo às dunas de Zagora e M’Hamid. É também um local ideal para sentir a hospitalidade marroquina em alojamentos familiares e casas tradicionais, onde cada visitante é recebido como parte da comunidade.

Agdz não é apenas uma paragem no mapa — é um convite a abrandar o ritmo, a contemplar a força da paisagem e a mergulhar numa das regiões mais autênticas e preservadas de Marrocos